Cidades

22/08/2017 11:23

Baixada Cuiabana tem 30 obras públicas paradas

Da Redação

Cerca de 30 obras de creches e unidades de saúde estão paradas na Baixada Cuiabana. Os dados fazem parte de um levantamento do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil de Cuiabá e Municípios (SINTRAICCCM). Somente em Cuiabá 14 obras estão paradas, seis delas são unidades de saúde. 

Além da Capital, os canteiros permanecem vazios em Várzea Grande, Poconé, Santo Antônio do Leverger e Chapada dos Guimarães. Em Várzea Grande 12 frentes de trabalhos estão paradas. Destas, nove são unidades básicas de saúde e uma Unidade de Pronto Atendimento. No caso das UBS que deveriam já estar em operação, foram paralisadas após auditoria do Tribunal de Contas da União. 

As entidades sindicais brasileiras do setor da construção e da madeira, filiadas à Federação Internacional dos Trabalhadores da Construção e da Madeira (ICM) de todo o país estão realizando uma campanha em seus estados, em prol da retomada das obras públicas federais que se encontram paradas. 

A primeira ação segundo sindicato é chamar a atenção da sociedade para as obras. Os representantes querem ainda agendas com o governo federal e o BNDES para discutir o tema. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de Cuiabá e Municípios, só a reativação das obras do Minha Casa, Minha Vida poderia gerar 30 mil empregos em Mato Grosso. Em Várzea Grande e Cuiabá, estima que mais de 20 canteiros estejam com as atividades paralisadas, a maioria dos quais de obras do Programa Minha Casa, Minha Vida. 

“Vamos pressionar o governo a abrir o BNDES e liberar recursos porque tem milhões parados lá e o governo está trancando tudo para gerar desemprego e assim, todo mundo desempregado, fica mais fácil de aceitar estas novas regras trabalhistas”, diz o presidente do SINTRAICCM Joaquim Santana. 

Fonte: FolhaMax


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