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ELEIÇÕES 2018 09/07/2018 12:08

Fabio Garcia nega que Bezerra tenha exigido vice para MDB fechar com Mauro Mendes

O deputado federal lembra que na chapa está aberta uma vaga para o Senado, além do posto de vice-governador

Da Redação

O presidente estadual do DEM, deputado federal Fábio Garcia, negou que o cacique do MDB, o também deputado federal Carlos Bezerra, tenha colocado a indicação do candidato a vice de Mauro Mendes na chapa para o governo do Estado como exigência para a formação de uma aliança entre as legendas em 2018.

“Não conversamos sobre isso, não teve essa exigência, como não houve essa exigência a gente nem precisa falar sobre isso”, disse nesta segunda-feira (9), durante evento da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), em Cuiabá.

No final de semana, os dois políticos se encontraram a pedido do DEM, que visa aumentar seu arco de aliança com o partido que tem o segundo maior tempo de televisão na campanha eleitoral, tempo que Mendes precisará para conseguir se sobrepor ao governador Pedro Taques (PSDB), que tem o poder sobre a máquina pública e tentará a reeleição.

Porém, conforme Garcia, ainda não houve definição sobre coligação. “Foi uma conversa ainda muito preliminar. Houve sim essa reunião, só acrescentando o que a gente pensa pro Estado de Mato Grosso pro MDB. Não teve nenhuma definição, então a gente vai continuar dialogando com todos aqueles que acreditam que a gente pode oferecer uma boa alternativa pra Mato Grosso”, afirmou.

Até o momento, é forte a ligação do MDB com o pré-candidato ao governo e senador Wellington Fagundes (PR), com quem as conversas sobre indicação para a vice-governadoria na chapa já estão mais adiantadas, conforme já revelou o deputado federal Valtenir Pereira ao Gazeta Digital, apontando até mesmo o nome do ex-prefeito de Sinop, Juarez Costa para a vaga.

Por outro lado, Fábio Garcia ainda lembra que na chapa está aberta uma vaga para o Senado, já que o ex-senador e ex-governador Jayme Campos (DEM) já está com o nome confirmado como pré-candidato. “Tem três vagas e só tem duas vagas na coligação pra Senado. Pode até ter candidatura avulsa, mas não é o que a gente pensa. É com diálogo que a gente vai construir uma solução pra essa questão”, defende.


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