Política Estadual

VIOLÊNCIA NA ESCOLA 10/08/2017 10:56

Relatório sobre escola com caso de agressão à aluno deficiente foi concluído

No relatório, o deputado Alan Kardec (PT) sugeriu a construção de um prédio próprio para abrigar a escola e outras medidas para reduzir os problemas de violência dentro da unidade

Da Redação

Com Assessoria

O relatório final da visita à Escola Estadual Salin Felício, feita por integrantes da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa, foi apresentado nesta quarta-feira, 09, pelo presidente do grupo, deputado estadual Alan Kardec (PT).

A escola foi palco de um caso chocante de violência contra um aluno de 11 anos, portador de deficiência auditiva. A agressão ocorreu no final do mês de junho, quando quatro adolescentes amarraram e agrediram dentro do banheiro da unidade escolar o colega menor.

A unidade escolar localizada no bairro Parque Cuiabá, na capital, funciona em um prédio alugado desde a sua implantação há 30 ano, e enfrenta uma série de graves problemas que vão desde estrutura física deficitária e mal conservada, até a falta de qualidade na gestão e despreparo do corpo técnico para lidar com situações de bulling e violência física no local.

O relatório foi apresentado publicamente durante reunião da Comissão trás sugestões de medidas para melhorar a infraestrutura e o processo de aprendizagem dos alunos. “Uma das medidas que sugerimos é a construção de um prédio próprio para a escola, pois o atual não atende à comunidade”, afirma Allan.

O deputado ressaltou que o relatório foi feito a partir da visita dos membros da Comissão de Educação à escola no dia 11 de julho, sendo acompanhada pelo promotor de Justiça Miguel Slhessarenko logo após a agressão ao aluno se tornar pública.

Atualmente, o valor representa despesas mensais de R$ 13 mil. Necessita ainda de cobertura da quadra de esportes e reforma em toda a estrutura física, principalmente no pátio, salas de aula, instalações hidráulicas e elétrica.

O parlamentar disse ainda que, juntamente com a equipe técnica da Comissão, foi verificado que a direção da escola tomou as providências necessárias após a agressão. O menor agredido conta com acompanhamento psicológico. Dos três agressores, apenas um permanece na unidade escolar. 


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