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20 de abril de 2024 7:06 am

Mauro Cid termina depoimento no STF recebendo voz de prisão

A decisão do ministro se baseou na comprovação de tentativas de Cid de obstruir as investigações e a atuação da Justiça
Tenente Coronel Mauro Cid na cadeia, Bolsonaro pode ser o próximo: nova prisão foi causada por tentativa de obstruir a Justiça com ataques a PF, ao STF e ao ministro Alexandre de Moraes

Da Redação

O ex- ajudante de ordens de Jair Bolsonaro0 na Presidência da República, tenente-coronel Mauro Cid, voltou a ser preso nesta sexta-feira,22. A ordem de prisão foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Cid foi preso na sala do desembargador Airton Vieira, juiz instrutor do gabinete de Moraes e que auxilia o ministro nos inquéritos que apuram os vários crimes de que Bolsonaro e seu staff são acusados como a falsificação da carteira de vacinação, contrabando e apropriação de joias pertencente à União e a tentativa de golpe de estado e atentado às instituições da República.

A decisão ocorreu após o vazamento de áudios em que Cid faz ataques à Polícia Federal e ao ministro Moraes. Nas gravações divulgadas pela revista Veja, Cid acusa o magistrado e agentes da PF de estarem com a “narrativa pronta” nas investigações sobre a tentativa de golpe de Estado.

Mauro Cid desmaiou assim que recebeu a notícia de sua nova prisão, ordenada pelo ministro Alexandre de Moraes nesta sexta-feira. Socorristas o ajudaram a se recompor, conforme informações colhidas pela jornalista Natuza Nery, da GloboNews.

A prisão de Cid foi anunciada logo depois que ele concluiu o novo depoimento que durou cerca de uma hora. Cid foi convocado a se explicar após a revista Veja divulgar áudios nos quais ele criticava o ministro Moraes e a atuação da Polícia Federal.

O depoimento foi conduzido pelo desembargador Airton Vieira, juiz instrutor do gabinete de Moraes, e contou com a presença de representantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e de sua defesa.

Cid havia sido preso pela primeira vez em maio de 2023, nas investigações sobre a falsificação de cartões de vacinação de Bolsonaro. Em setembro, após seis meses de detenção, o ex-auxiliar fechou um acordo de delação premiada, e foi solto.

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