Corpo de jovem é achado mais de um ano depois de seu assassinato

Da Redação

Assessoria da PJC-MT

A Polícia Civil em Paranaíta (850 km ao norte de Cuiabá), finalmente, desvendou o mistério em torno do desaparecimento da jovem Daniela Érica Cordeiro de Campos, de 23 anos. A mulher estava desaparecida desde abril de 2018. A ossada de uma jovem, foi localizada no domingo,23.

A solução do mistério, que se revelou um homicídio, se deu após as investigações levarem à localização da cova onde o corpo de Daniela de Campos havia sido enterrado pelo seu assassino. A identidade do criminoso também foi confirmada pelos investigadores e a Justiça decretou a prisão do o ex-companheiro da vítima, Ederson José Rodrigues, apontado desde o início do inquérito como principal suspeito pelo desaparecimento da jovem. O acusado foi preso na cidade de Apiacás (1.010 km ao norte da Capital), onde vivia.

Conforme a polícia, a ossada da vítima, Daniela de Campos, foi encontrada no domingo, dia 23, em uma cova com profundidade de aproximadamente 1,5 metro, nas proximidades da Rodovia MT-206, sentido Usina Teles Pires, e a aproximadamente 10 quilômetros do centro de Paranaíta.

As diligências iniciaram no dia 28 de abril de 2018, após a mãe da jovem procurar a Delegacia de Polícia para comunicar o desaparecimento da filha.

Conforme o delegado de polícia Marcos Cézar Faria Lyra, no decorrer do inquérito instaurado os policiais civis identificaram o ex companheiro da vítima, como principal suspeito, bem como os indícios de homicídio e ocultação de cadáver.

“Com base nas informações levantadas, a equipe da Delegacia de Paranaíta logrou êxito em mapear e descobrir o ponto exato onde o corpo estaria. A Politec também acompanhou a equipe até o local, onde foram feitas escavações e encontradas a ossada humana, que foi encaminhada para exame antropológico e de DNA”, disse o delegado.

Ao ser surpreendido pelos policiais civis de Apiacás, e ter a ordem judiciais de prisão temporária cumprida, Ederson José Rodrigues, foi novamente interrogado pelo Marcos Lyra, ocasião em que decidiu confessar os fatos.

O suspeito alegou motivo passional, afirmando que estava sendo traído pela vítima, por isso perdeu o controle emocional, vindo durante uma discussão a praticar o crime.

Na segunda-feira (24.06) o preso foi apresentado para audiência de custódia, sendo mantida a sua prisão.

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