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Direção do CEC coloca técnico Alberto Valentim na mira após saída da Copa do Brasil

Da Redação

Em time que não ganha, técnico tem vida curta. O chavão, conhecido nos meios futebolísticos, pesa como uma katana samurai sobre o pescoço sempre bem escanhodo do elegante técnico Alberto Valentim, do Cuiabá Esporte Clube. O time, único de Mato Grosso na primeira divisão do Futebol brasileiro, foi sacado da Copa do Brasil na quinta-feira, 15, após ser derrotado pelo fraco 4 de Julho do Piauí, time da quarta divisão nacional.

O resultado negativo da equipe cuiabana, considerado uma “zebra”, decepcionou torcedores e, mais ainda, boa parte da diretoria do Dourado. E com razão. O time, sob o comando de Valentim, mostrou um desempenho abaixo da crítica dentro das quatro linhas. Tanto no tempo regulamentar, quanto nos adicionais e nas cobranças de penalti. 

Para um diretor do clube, o time “estava irreconhecível” dentro do gramado. “Mesmo jogando fora de casa, aquilo não foi um jogo, foi uma pelada da pior categoria”, sentenciou o dirigente. “Parecia que o técnico nem estava lá, na beira do gramado do estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina“, reclamou.

De fato, o que se viu durante o jogo foi um time sem garra, sem confiança e sem um esquema tático minimamente consistente. A dessarrumação tática do Cuiabá facilitou para o 4 Julho, que conseguiu equilibrar um jogo em que, francamente, era a equipe que deveria jogar na retranca, mas, que manteve o adversário pressionado e praticamente imobilizado. Exceto por duas ou três jogadas, o Dourado quase não ameaçou a tranqulidade da zaga e do goleiro do dono da casa.

O empate em zero a zero no tempo regulamentar teve gosto de vitória e deu ânimo para o time piauiense. E como quem não faz, leva gol, nos penaltis não deu outra. O nervosismo evidente dos jogadores do Cuiabá transpareceu nas cobranças e, num lance de sorte, a equipe piauienseviu sua estrela brilhar nas mãos e pés do seu goleiro, que defendeu uma cobrança e converteu o quinto tiro contra a meta do adversário cuiabano.

O jogo deste domingo contra Dom Bosco, no estádio Dito Souza, pela 9ª rodada do campeonato mato-grossense pode reabilitar o determinar o destino do técnico do Cuiabá.  A conferir.

 

 

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